sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Mitos, tabus e histórias quanto ao consumo de Porco.


Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

O tabu da carne de porco



Desde há séculos que a carne de porco tem constituído objecto
Análise de muitos estudiosos:
Moisés Maimónides médico judeu do século XIII, afirmava que Deus tinha proibido a carne de porco para a alimentação humana, como medida de precaução de saúde pública.
James Frazer dizia que os porcos considerados impuros, mas depois foram sagrados por Deus. Por isso, não se devia comer carne.
As religiões: judaica e a muçulmana estiveram durante muitos anos ligadas ao nomadismo. Como os porcos são animais omnívoros tornavam-se competidores com o homem no consumo de frutos, tubérculos etc. Foi uma das razões porque detestavam os porcos.
Numa versão mais recente há quem tenha afirmado que antes do dilúvio, Deus ordenara que metessem na Árcade Noé um macho e uma fêmea de todos os animais que existiam na terra, a fim que o dito dilúvio não extinguisse nenhuma espécie animal. Como o porco terá dado muito trabalho para o conseguirem meter dentro da referida Arca de Noé por ser muito teimoso. Assim, a partir dessa data o porco fora amaldiçoado por Deus.
Esta aversão a carne de porco foi passando de geração em geração, na região onde Cristo nasceu que foi o lugar onde as religiões supracitadas se desenvolveram. Sendo assim, Deus deve ser de origem Judaica ou Árabe.
A história de das boas alheiras de Mirandela também está relacionada com a carne de porco, porque na região do Nordeste transmontano havia grandes comunidades judaicas. Quando por Ordem Real mandou expulsar todos os judeus de Portugal, só poderiam continuar no nosso país, aqueles que se convertessem ao cristianismo. Os Quais passavam-se a chamar cristãos-novos.
Estes cristãos-novos eram só cristãos-novos no papel, porque sempre souberam dissimular muito bem. Continuaram a praticar secreta e clandestinamente a sua religião judaica, conseguiram de todas as maneiras enganar os inquisidores.
Os ditos cristãos-novos passaram a usar os mesmos hábitos como habitantes daquela região. Matavam o porco no inverno e faziam chouriços, paios e alheiras o célebre fumeiro transmontano.
Eles faziam duas espécies as alheiras: umas eram feitas com a melhor carne de porco misturada com outras carnes de aves coelhos etc. As outras eram feitas só com carnes de aves perus coelhos e perdizes.
As alheiras e chouriços e paios feitos só com carne de porco vendiam tudo nas feiras e comiam apenas as alheiras que não tinham carne de porco. Mas quem entrasse em casa deles viam que tinham fumeiro e que comiam alheiras feitas com carne de porco. Desta maneira habilidosa conseguiam fazer crer a toda gente, que tinham abandonado os hábitos judaicos em termos de alimentação e que já não praticavam a religião judaica.
Por causa destas boas alheiras feitas com a melhor carne de porco e de outras espécies, as alheiras de Mirandela tornaram-se muito famosas por todo o Portugal e até no estrangeiro, dado o seu grande sabor.


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Vemos no porco um animal carregado de rejeição que é aquilo que a gente não deseja ser, mas ao mesmo tempo, observamos o uso que o porco tem para a ciência.

Na realidade as carnes de boi e porco foram proibidas para consumo pela sua coloração e, por isso, eram consideradas figuras das trevas.

As religiões seguem nesse caminho e a igreja Adventista do Sétimo Dia vai muito além, pois coloca no mesmo patamar o porco, o peixe sem escamas, javali, frutos do mar, coelho, cavalo e assim, estas carnes não devem ser consumidas.

A carne é um alimento tóxico, deixa o sistema digestivo pesado e ao ser consumida, a pessoa se torna indisposta.

Conceito no Hinduísmo e Jainismo

No Hinduísmo, o porco e a vaca não podem servir de alimento. Também há uma limitação em consumo de vegetais e raízes, pois é a vida da planta. Apenas permitido frutos e folhagens.

O porco é considerado impuro, contamina o corpo e o espírito e a vaca, sagrada.

Conceito do Islamismo e Judaísmo

Evitam se alimentar de carne de alguns animais por serem considerados impuros, diz o Alcorão (estão vedados todos os animais que tenham sido sacrificado, ou por queda e golpes).

Conceito no Cristianismo

Não consumir alimentos impuros onde há presença de sangue.

Em algumas regiões, o porco é objeto de admiração, temor e respeito por parte do homem. Essa diversidade acontece por cultura e religiosidade. Vai desde um animal civilizador até a impureza e ser intocável.

Um exemplo, na religião tibetana, o porco está relacionado à ignorância, lembrando o dito “Atirai pérolas aos porcos”.

Na Melanésia, o porco é tido como animal totêmico, uma das partes da sociedade melanésia.

Para os vietnamitas, ele representa a abundância, graças ao seu volume.

Na Nigéria, tem uma estreita relação com os espíritos, atribuindo-lhe o papel de herói civilizador.  Acreditam que o porco ordenou o primeiro sacrifício aos espíritos.

Para o povo kikuyu no norte da África, o porco é considerado inventor do fogo.

Entre os celtas, a deusa Freia usava o cognome de Syr (porca) e a deusa Ceridwen era considerada uma deusa suína.

Os antigos gregos ofereciam o porco em sacrifício para a deusa Deméter.

A crença na ilhas Canárias fazia com que um porco fosse oferecido para estabelecer a interligação entre os homens e as divindades.

Na astrologia chinesa, o porco simboliza a força viril.

Na mitologia religiosa do antigo Egito, o porco está ligado a deusa Nut que devora seus filhotes. Também está associado ao Deus Set ,o assassino de Osiris.

Entre outros povos pagãos, o porco está associado à fertilidade e riqueza, era sacrificado e consumido com prazer.

Na iconografia cristã, os 2000 demônios exorcizados se transformaram em porcos e foram lançados ao mar por Jesus.

Entre os Judeus, por muitas vezes, a porca é representada montada por uma sinagoga.

*** (SANTO ANTONIO – 251 a 356 d.C.) utilizava o toucinho do porco para curar herpes o fogo de Santo Antonio)***

Gostaram dessa incrível sabedoria? Acredito que sim! Clique aqui e saiba mais atualidades!

Muita paz, amor e carinho em seu coração!

Beijos,

Márcia Fernandes


09/08/2013, 11:15

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Sandra Nogueira

O mal-amado porco: tentativas interpretativas de porcofobia


09/08/2013. 12:00.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Texto para prova de inglês


Climate Change, Global Warming, Climate Crisis

It has different names, but thay all mean the same thing: The Earth's environment is changing, and we, human beings are the primary cause.
The way that we live our lives are hurting the Earth's ecological system. The factories that produce our computers and televisions, the planes we fly, the cars we drive all put toxic chemicals – pollution – into the air and water. We cut down forests and destroy coral reefs. We spoil and waste precious resources like the topsoil where we grow our crops or the stocks of fish in the oceans. We destroy the homes of the animals, their habitats.
Human beings are putting pollution into the atmosphere. That pollution is trapping heat and raising the temperature of te air, the oceans, and the surface of the Earth. There are six types of air pollution, created by human beings that rogether are causing climate crisis. Five are gases that are normally found in the air, but human beings are creating more of theses gases. This is changing the balance of the atmosphere and causing global warming.
The pollution that is causing global warming comes from human activity. Carbon Dioxide is produced whenever we burn something. When we burn coal to make electricity, when we burn gasoline in our cars, or when we burn gas in our stoves, we add more cabon dioxide to the air. These are just a few of the ways we are changing the atmosphere and destroying our climate.
(From our choice – How We Can Solve The Climate Crisis, by Al Gore in Amadeu Marques, 2010, p. 10-11 - Volume)

domingo, 21 de julho de 2013

Os Simpsons: seriado apresenta a cerveja "DUFF".


Em inglês, duff pode ser substantivo, verbo ou adjetivo. Como substantivo duff significa bunda, traseiro, rabo, pó de carvão, humo (matéria orgânica decomposta no solo da floresta) ou pudim (feito com frutas secas). Fontes: The Free Dictionary e Webster Dictionary

Exemplos:
a) Get off your duff and help me!
(Levante a bunda da cadeira e me ajude!)

b) Forest duff.
(Humo da floresta.)

c) I like plum duff.
(Gosto de pudim de ameixa.)

Em inglês britânico, o adjetivo duff significa ruim, quebrado, estragado, que não funciona ou inútil. Fonte: Longman Dictionary

Exemplos:
a) A duff idea.
(Uma ideia inútil.)

b) A duff engine.
(Um motor quebrado.)

Em inglês australiano, o verbo duff significa roubar gado ou alterar as marcas de gado roubado. Fonte: Cambridge Dictionary -

http://www.inglesnosupermercado.com.br/duff-beer-a-cerveja-preferida-de-homer-simpson/#sthash.32w3J73z.dpuf
21/07/2013, 17:09

Saussure e as dicotomias

Com a obra Curso de linguística geral estabeleceu-se as bases para que o estudo das línguas fosse alçado à academia com o título de ciência.

Na obra, a genialidade de Saussure - que havia se dedicado ao estudo da física e da química, mas felizmente se rendera ao estudo da linguística - transparece intensa, até mesmo por ser uma obra póstuma, publicada através de anotações de seus alunos em sala de aula. Saussure estabelece a "análise estruturalista" e quatro pares de conceitos dos quais a linguística atualmente não prescindiria para seus estudos.

Esses quatro pares de conceitos são consensualmente chamados dicotomias, por serem definidos um em relação ao outro, e por não serem compreendidos de maneira fiel se estudados isoladamente. Daí temos sincronia e diacronia, língua e fala, significante e significado, paradigma e sintagma.

Após o linguista suíço, diversos outros repensaram, ampliaram e refutaram suas ideias - como é indispensável a toda ciência amadurecida. Schaff (“Introdução à Semântica”) apresenta uma classificação ampliada dos signos; em “Prolegômeros a uma teoria da linguagem”, Hjelmslev propõe sua própria teoria dos signos e em "Ensaios Linguísticos" ele repensa alguns conceitos saussureanos; André Martinet propõe a dupla articulação da linguagem, o que propicia maior compreensão de dois pontos: a priori das trocas paradigmáticas de unidades menores da língua (morfemas) e sintagmáticas da ordem das palavras e posteriormente da articulação de unidades desprovidas de sentido, tais como em nada, onde o fonema pode ser trocado dando origem a fada, cada e dada. E por sua vez também poderia articular-se a palavra nada em naja, napa, nata. Essa possibilidade de dupla articulação proporciona imensa economia linguística, já que, partindo de sons finitos, chega-se a construções infinitas. Outro autor de grande importância na ampliação e na realocação de alguns conceitos de Saussure é Eugenio Coseriu. Ele propõe uma redefinição na dicotomia língua/fala, com a interpolação do conceito de norma. Segundo Coseriu, mais apropriado seria o uso da tríade língua X norma X fala, sendo que o conceito saussureano de língua sofreria algumas modificações. Também é do linguista romeno a conceituação de quatro variantes linguísticas: as diatópicas, as diástricas, as diafásicas e as diacrônicas.

A primeira das dicotomias saussureanas é a Sincronia versus Diacronia. Para entendê-la, nada melhor que remontar a origem dessas palavras: ambos os termos são gregos, sendo sincronia construído de syn "juntamente" e chrónos "tempo", significando "ao mesmo tempo", enquanto em diacronia parte-se de dia "através" e chrónos "tempo", significando "através do tempo". A linguística diacrônica estudaria, pois, a língua e suas variações histórico-temporais, enquanto a linguística sincrônica estuda a língua em um certo momento, sem importar sua evolução temporal. Não importa para a sincronia, por exemplo, que "caligrafia" tenha significado, em um certo tempo, "escrita bela", pois que, ao contrário da diacronia, aquela se preocupa com a língua isolada do seu processo de mudanças históricas.

Os conceitos de língua e fala são a segunda dicotomia do linguista suíço. Para Saussure, a oposição desses dois conceitos se deve ao fato de a língua ser uma construção coletiva, enquanto a fala é uma propriedade individual. A primeira é definida como sistemática, enquanto a segunda como assistemática. Aí reside um fato interessante: a língua sendo um sistema, abre-se toda uma miríade de possibilidades analíticas, visto que sistema pressupõe inter-relação absoluta entre tudo na língua, justamente por um ponto se definir apenas pela existência dos outros. A importância desse conceito é o fato de que Saussure, através dele, estabelece o objeto de estudo da linguística, ao afirmar que esta deve se preocupar apenas com a língua. Através dessa dicotomia chega-se à próxima, que, apesar de simples a primeira vista, possibilita novos entendimentos sobre muitos fatos. O primeiro deles é sobre a própria língua, que antes sendo vista como um catálogo de nomenclaturas, passa a ter uma relação que foge a essa entre "palavras" e "coisas", partindo para uma entre "imagens acústicas" e "conceitos". A dicotomia Significado versus Significante redefine a língua e a emancipa. Significante e significado, juntos, formam um signo, cujo estudo denominou-se "semiologia".

A quarta dicotomia levou o nome de Sintagma versus Paradigma e é facilmente entendida com alguns exemplos. Toda frase, segundo essa dicotomia - e não apenas frases, mas também palavras e até signos extra-linguísticos (BARTHES, R.) -, possui dois eixos: um de seleção e outro de combinação. Na frase "Eu comprei um carro novo", há possibilidades combinatórias claras, tais como "Um carro novo eu comprei" (mudança de ordem das palavras) ou outras, como ao acrescentarmos novos termos à oração. Também há quase inumeráveis possibilidades seletivas, tais como: "eu / ele / tu / João / Dina - comprou / vendeu / roubou / explodiu - um / dois / três / muitos - carros / foguetes / caminhões - novos / velhos / antigos / raros". O eixo de seleção proposto pela relação paradigmática, corresponde às palavras que podem ocupar determinado ponto em uma sentença.

As contribuições de Ferdinand de Saussure são vastíssimas, e a linguística não as tem obscurecido. Pelo contrário: tem evoluído pari passu com o passar dos anos, talvez por uma necessidade inata do ser humano. Afinal, conforme bem definiu Confúcio nos “Analetos”, sem conhecer a linguagem, não há como conhecer o homem.

 
Vinícius Werneck
Para a Faculdade de Comunicação Social - UFJF
"A língua como objeto da Linguística"
 

http://viniciuswerneck.com/Vinicius_Werneck/Textos/Entradas/2009/6/21_Mas_onde_a_porta_por_detras_da_porta_.html
21/07/2013, 16:59

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Interclesial: edições, temas e cidades

Um pouco mais o Intereclesial e as CEBs – No encontro Intereclesial reúne-se pessoas que participam das CEBs de todo país. É um momento forte de oração e reflexão à luz da Palavra de Deus, no qual também se aprofunda um tema. As CEBs nasceram na década de 60, e, em 1975 espalhadas por todo território brasileiro refletiam sobre experiências diversificadas. Pensando em como unir estas comunidades para momentos de partilha e solidificação do seu compromisso comum, foi criado o encontro nacional das CEBs, o “Encontro Intereclesial”. A 1ª edição aconteceu no mesmo ano, na cidade de Vitória, no estado do Espírito Santo, com o tema “Uma Igreja que nasce do povo”.
Veja os anos, locais e temas dos intereclesiais já realizados

1º- 1975, Vitoria/ES – Uma Igreja que nasce do Povo pelo Espírito de Deus.
2º- 1976, Vitoria/ES – Igreja, Povo que caminha
3º-1978, João Pessoa/PB – Igreja, Povo que se liberta.
4º-1981, Itaici/SP – Igreja, Povo oprimido que se organiza para a libertação.
5º-1983, Canindé/CE – Igreja, Povo Unido, semente de uma nova sociedade.
6º-1986, Trindade/GO – CEBs, Povo de Deus em busca da Terra Prometida.
7º-1989, Duque de Caxia/RJ – CEBs, Povo de Deus na América Latina a caminho da libertação.
8º-1992, Santa Maria/RS – CEBs, Povo de Deus renascendo das culturas oprimidas.
9º-1996, S. Luís/MA – CEBs, Vida e Esperança nas massas.
10º-2000, Ilhéus/BA – CEBs, Povo de Deus, 2000 anos de caminhada.
11º-2005, Ipatinga/MG – CEBs, espiritualidade libertadora: Seguir Jesus no compromisso com os excluídos.
12º-2009, Porto Velho/RO – CEBs: Ecologia e Missão: “Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia!”
13º-2014, Juazeiro do Norte/CE – Justiça e Profecia a serviço da vida: CEBs, romeiras do reino no campo e na cidade.
Fonte: CEBs Regional Sul 1

http://www.cnbbsul1.org.br/cebs-da-sub-regiao-botucatu-realiza-em-encontro-em-birigui/
12/07/2013, 18:24

13º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) em Juazeiro do Norte

Elisangela Cavalheiro
Redação Portal A12
 
 
Entre os dias 7 e 11 de janeiro de 2014, a cidade de Juazeiro do Norte (CE), sediará o 13º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). 
 
O tema do 13º Intereclesial será ‘Justiça e Profecia a serviço da Vida’ e o lema: ‘CEBs, romeiras do reino no campo e na cidade’.
 
O texto-base do encontro foi lançado oficialmente durante a 4ª Reunião da Ampliada Nacional, no último dia 25 de janeiro no salão dos romeiros em Juazeiro do Norte (CE).
 
Desde o primeiro intereclesial realizado em 1975, o objetivo desse evento foi mostrar a caminhada das Comunidades e discutir um tema específico.  
 
12/07/2013, 17:58

SEFAZ CE - SUA NOTA VALE DINHEIRO



Promoção Sua Nota Vale Dinheiro


Cadastro na Internet

Para você se cadastrar na promoção Sistema Sua Nota Vale Dinheiro pela Internet é muito simples,
basta acessar o site da sefaz (http://www.sefaz.ce.gov.br) e selecionar a opção Sua Nota Vale Dinheiro que será facilmente localizada no menu lateral ou no banner informativo.

Você deverá então selecionar a opção Cadastro de Participantes.

O primeiro passo é digitar o CPF no espaço reservado e clicar em Avançar.


(ATENÇÃO – Pessoas Jurídicas apenas poderão ser cadastradas na Sede da Promoção)
Agora deverão ser digitados os DADOS PESSOAIS, ENDEREÇO e DADOS BANCÁRIOS.

Após preencher os dados clique em CADASTRAR e em seguida confirme clicando em OK para concluir o processo de cadastramento.

Concluído o processo com êxito será exibida a mensagem: "Cadastramento Efetuado com Sucesso!", seguido do número do Identificador gerado pelo sistema.


(ATENÇÃO – Guarde este número, ele será o seu Identificador no sistema e será utilizado na a entrega de Notas e Cupons Fiscais e como mecanismo de identificação para outras finalidades)
http://www.sefaz.ce.gov.br/content/aplicacao/internet/suanota
12/07/2013, 17:56.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Mapa do Ceará

Hino do Ceará

Hinos de Estados

Terra do sol, do amor, terra da luz!
Soa o clarim que a tua glória conta!
Terra, o teu nome a fama aos céus remonta
Em clarão que seduz!
Nome que brilha - esplêndido luzeiro
Nos fulvos braços de ouro do cruzeiro!
Mudem-se em flor as pedras dos caminhos!
Chuvas de pratas rolem das estrelas...
E despertando, deslumbrada ao vê-las,
Ressoe a voz dos ninhos...
Há de florar nas rosas e nos cravos
Rubros o sangue ardente dos escravos.
Seja o teu verbo a voz do coração,
Verbo de paz e amor do Sul ao Norte!
Ruja teu peito em luta contra a morte,
Acordando a amplidão.
Peito que deu alívio a quem sofria
E foi o sol iluminando o dia!
Tua jangada afoita enfune o pano!
Vento feliz conduza a vela ousada
Que importa que teu barco seja um nada,
Na vastidão do oceano
Se à proa vão heróis e marinheiros
E vão no peito corações guerreiros?
Se, nós te amamos, em aventuras e mágoas!
Porque esse chão que embebe a água dos rios
Há de florar em messes, nos estios
E bosques, pelas águas!
Selvas e rios, serras e florestas
Brotem do solo em rumorosas festas!
Abra-se ao vento o teu pendão natal
Sobre as revoltas águas dos teus mares!
E desfraldando diga aos céus e aos mares
A vitória imortal!
Que foi de sangue, em guerras leais e francas
E foi na paz, da cor das hóstias brancas!
http://letras.mus.br/hinos-de-estados/126604/
04/07/2013, 08:52