segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Atividades de inglês para estudantes brasileiros.


1-    Entre as palavras grifadas, quais são:

 

In the past few years the Internet has become a very powerful medium of communication. Actually it is perhaps the most widely used and possibly the most efficient one available. People from different parts of the planet get in touch with friends, relatives, business partners, and even people they have never met before. This is done at very high speed and low cost. Some of the younger generation don’t even remember or realize how much more complicated communication was twenty years ago. Not long ago, the only alternatives we had were regular mail and the telephone.

a) cognatas _______________________________________________________________.

b) falsos cognatos _________________________________________________________.

Lembre: Cognatas são palavras com o mesmo significado em inglês e em português.
 

2-    Grife a melhor alternativa em cada frase.

a.    You can easily find it / its / it’s house.

b.    Me / My / Mine computer has an excellent anti-virus program.

c.    Whose flash drive is this? It’s their / theirs.

d.    Is Roger a friend of your / yours?

e.    CNN has a weather section in it / its website.

f.     Him / His e-mail address is easy to memorize, isn’t it?

g.    Your / Yours computer has a lot of memory space, but our / ours is faster.

h.    Speak to Jenny and tell him / her the news.

i.      Is this Silvia and Will’s book? No, it isn’t theirs / their.

 Lembre: Adjetivos (acompanham substantivos) possessivos: my, your, his, her, its, our, their.


1-    Write the past form of the verbs :

                         

a.    Know _____________________

b.    Begin _____________________

c.    Have _____________________

d.    Think _____________________

e.    Write _____________________

 

2-    Complete com as preposições from, about, of and at.

 

a- She’s worried ………………… her grades.

b- She got sick ……………………..eating too much!

c- They’re proud ……………. their country.

d- They were impatient …………… the delay.

 

3-    Marque a alternative correta:

Laura ________________________a talk on domestic violence. She has already collected some relevant information on the topic.

 

a.    give

b.    gives

c.    will give

d.    is going to give

e.    isn’t giving

 

4-    Marque a correta alternativa:

____________________it rain tomorrow?

 

a.    Is going to

b.    Will

c.    Are going to

d.    Will is

e.    Do will

Coloque cada verbo no Passado Simples em seu devido lugar na história.
 

LOOKED – ROLLED – WALKED – CONSIDERED – MISSED – STOPPED – RESTED – ANSWERED – LOVED - CAME

 

THE FROG PRINCE (adapted)

Once upon a time there was a beautiful princess who ____________ going out for walks. One evening, she left the castle and ______________ by herself in a wood, and when she ___________to a cool spring of water, she _____________ and _______________ a while.

Now she had a golden ball in her hand, which was her favorite plaything; and she was throwing it up into the air, and catching it again as it fell. After a time she threw it up so high that she ______________catching it; and the ball ____________away, till it fell into the spring. The princess _______________ into the spring after her ball, but it was very deep, so deep that she could not see the bottom of it. Then she started to cry, and said, “If I could only get my ball again, I would give all my fine clothes and jewels, and everything that I have in the world.”

While she was speaking, a frog put its head out of the water, and said “Princess, why are you crying?” “Go away!” she __________________, “what can you do for me, you stupid frog? My golden ball has fallen into the spring.” The frog said, “I want not your pearls, and jewels, and fine clothes; but if you will love me, and let me live with you and eat from off your golden plate, and sleep upon your bed, I will bring your ball again.” “That’s silly”, ____________________the princess. […]

......
Era uma vez, havia uma linda princesa que ____________ sair para passear. Uma noite, ela saiu do castelo e ______________ sozinha em uma floresta, e quando ela ___________ água fresca da nascente, ela _____________ e _______________ um pouco.
Agora, ela tinha uma bola de ouro na mão, que era o seu brinquedo favorito, e ela estava jogando-o no ar, e captura-lo novamente como ele caiu. Depois de um tempo, ela jogou-a tão alto que ela ______________ captura-lo, e ____________ a bola para longe, até que veio a primavera. A princesa _____________ na nascente atrás da bola, mas estava muito profunda, tão profunda que ela não podia ver o fundo Então ela começou a chorar e disse: "Se eu pudesse pegar minha bola de novo, eu daria todas as minhas roupas e jóias finas, e tudo o que eu tenho no mundo."
Enquanto ela falava, um sapo colocou a cabeça para fora da água, e disse: "Princesa, por que você está chorando?" "Vá embora!" ela _________________, "o que você pode fazer por mim, seu estúpido sapo? A minha bola de ouro caiu na nascente. "O sapo disse:" Eu não quero suas pérolas e jóias e roupas finas;., Mas se você me amar e me deixar viver com você e comer em seu prato de ouro, e dormir em cima de sua cama, eu vou trazer a bola de novo. "" Isso é bobagem ", ____________________ a princesa. [...]
 

10. __________________ we are all born “in”, some of us are excluded.

 

a. Even though

b. Also

c. However

d. Also

e. Yet

 

11. Most people are in favor of inclusion. ________________ , a considerable number of people still reject it.

 

a. When           

b. However

c. Therefore

d. Finally

e. Also

 

12 . Quais substantivos são Contáveis (C) e quais são incontáveis (UN)?

 a)    Did you get much information from the Internet? __________

b)    Too many incandescent light bulbs are used in people’s homes. ____________

c)    You’ve put too much rice on my plate. I can’t eat all that. ___________

d)    You’ve bought too many glasses. I said fifteen, not fifty! ___________

e)    I don’t have much furniture in my bedroom. Just a bed and a closet. _________

Substantivos Incontáveis - Uncountable Nouns
Os Uncountable Nouns (ou Mass Nouns) representam um grupo menor de substantivos. Eles denotam uma substância homogênea, isto é, coisas que percebemos mais como uma massa do que como um ou vários objetos isolados, ou uma ideia abstrata que, em inglês, não permite subdivisões.
Esses substantivos, portanto, não podem ser contados, enumerados, tendo a mesma forma para o singular e para o plural. Ainda que o sentido seja plural, o verbo com o qual concordam também vai ficar sempre no singular. Exemplos:
water (água)air (ar)
salt (sal)snow (neve)
money (dinheiro)evidence (evidência)
music (música)proof (prova)
ink (tinta para escrever ou para imprimir)housework (serviço doméstico)
weather (tempo metereológico)permission (permissão)
jewerly (joias)eletricity (eletricidade)
19/08/2013, 17:11

Austin - How to do things with words: a linguagem enquanto atos de fala


“How to do things with words” foi uma obra, publicada pela primeira vez em 1962 como resultado de um conjunto de 12 conferências proferidas em 1955 na Universidade de Harvard que trataram das seguintes questões:

 

I – Perfomativos e constatativos

II – Condições para performativos felizes

III – Infelicidades: desacertos

IV – Infelicidades: Maus usos

V – Critérios possíveis de performativos

VI – Performativos explícitos

VII – Verbos performativos felizes

VIII – Atos Locucionários, Ilocucionários e Perlocucionários

IX – Distinção entre atos Ilocucionários e Perlocucionários

X – “Ao dizer...” versus “Por dizer...”

XI – Declarações, Performativos e Força Ilocucionária

XII – Classes de Força Ilocucionária

 

“A filosofia analítica surge como uma dupla reação às correntes do pensamento filosófico então dominantes na Grã-Bretanha ao final do século passado: o idealismo absoluto de F. H. Bradley e T. H Green e o empirismo, influenciado sobretudo por J. S. Mill” (FILHO, 1990, p. 07).

 

John Langshaw Austin (Lancaster, 28 de Março de 1911 — Oxford, 8 de Fevereiro de 1960), pensador (ligado à vertente da Filosofia Analítica da linguagem) que “introduziu de maneira definitiva os conceitos de performativo, ilocucionário e de ato de fala”. (OTTONI, 2002, p 120).

 

“Para Austin o ato de fala é composto de três partes, três atos simultâneos: um ato locucionário, que produz tanto os sons pertencentes a um vocabulário quanto a articulação entre a sintaxe e a semântica, lugar em que se dá a significação no sentido tradicional; um ato ilocucionário, que é o ato de realização de uma ação através de um enunciado, por exemplo, o ato de promessa, que pode ser realizado por um enunciado que se inicie por eu prometo..., ou por outra realização; por último, um ato perlocucionário, que é o ato que produz efeito sobre o interlocutor” (OTTONI, 2002, p. 128).

 

“Podemos dizer que por detrás de cada afirmação há uma forma não explicitada de um performativo, um performativo mascarado”. (OTTONI, 2002, p. 129).

 


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George Edward Moore (Londres, 4 de novembro de 1873 — Cambridge, 24 de outubro de 1958): filósofo britânico e um dos fundadores da Filosofia analítica.



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Bertrand Arthur William Russell (Ravenscroft, País de Gales, 18 de Maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de Fevereiro de 1970): matemático, filósofo, lógico e político liberal.

 


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Ludwig Joseph Johann Wittgenstein (Viena, 26 de Abril de 1889 — Cambridge, 29 de Abril de 1951): filósofo austríaco, naturalizado britânico, e um dos responsáveis pela virada linguística na filosofia do século XX.


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Francis Herbert Bradley (1846 – 1924), representante do idealismo britânico, concebe um sistema que encara o conjunto da realidade como produto da mente.

Francis Herbert Bradley.jpg

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Thomas Hill Green (1836 - 1882) contribuiu para a instalação do idealismo de Kant e Hegel no mundo acadêmico e cultural da Inglaterra.

File:Thomashillgreen.jpg

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John Stuart Mill (1806 – 1873), pensador liberal e defensor do utilitarismo, cujo trabalho afirmava que a experiência é a base das associações mentais.


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Constituição da significação e do sentido.

 

Crítica ao estudo da lógica formal de sentenças regidas pelo caráter referencial e verificacionista.

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(A. I) There must exist an accepted conventional procedure having a certain conventional effect, that procedure to include the uttering of certain words by certain persons in certain circumstances, and further,

(A. 2) the particular persons and circumstances in a given case must be appropriate for the invocation of the particular procedure invoked.

(B. I) The procedure must be executed by all participants both correctly and

(B. 2) completely.

(r.I) Where, as often, the procedure is designed for use by persons having certain thoughts or feelings, or for the inauguration of certain consequential conduct on the part of any participant, then a person participating in and so invoking the procedure must in fact have those thoughts or feelings, and the participants must intend so to conduct themselves,= and further

(r. 2) must actually so conduct themselves subsequently.

(AUSTIN, 1962. p. 15)

 

(A.1) Deve ser existir um procedimento convencionalmente aceito, que apresente um determinado efeito convencional e que inclua o proferimento de certas palavras, por certas pessoas, e em certas circunstâncias: e, além disso, que

(A.2) as pessoas e circunstâncias particulares, em cada caso, devem ser adequadas ao procedimento específico invocado.

(B.1) O procedimento tem de ser executado, por todos os participantes, de modo correto e

(B.2) completo.

(τ.1) Nos casos em que como ocorre com freqüência, o procedimento visa às pessoas com seus pensamentos e sentimentos, ou visa à instauração de uma conduta correspondente por partes de alguns dos participantes, então aquele que participa do procedimento, e os participantes devem ter a intenção de se conduzirem de maneira adequada, e alem disso,

(τ.2) devem realmente conduzir-se dessas maneira subseqüentemente.

Tradução de FERREIRA 2011, p. 07)

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No processo de significação, o sentido está atrelado a uma atualização contextual, a uma circunstância, a uma ética e uma responsabilidade por parte de quem enuncia. Gramaticalidade por si só, não é suficiente para o sentido da e na enunciação

 

Uma teoria geral dos atos de fala possui caráter empírico, descritivo e analítico.

 

Filho (1990, 21) em nota de rodapé (in AUSTIN, 1990), distingue sentença (como uma estrutura gramática dotada de significado e de caráter abstrato), declaração (uma sentença em uso sob critérios de verdade/falsidade) e proferimento (a pronunciação concreta e singular de uma sentença).

 

Uma perspectiva pragmática que encara a linguagem como realização e não como representação, como um complexo maior que o aspecto gramatical.

 

Condições de validade e circunstância de realização do ato de fala.

 

Fatores exteriores ao aspecto formal da linguagem caracterizam a performatividade do ato de fala e se associam ao contexto de realização da enunciações e às relações interlocutiva.

 

Caráter simbólico-comportamental e institucional das ações humanas e dos atos performativos.

 

Insucessos (falha das regras A e B) e Abusos (falhas das regras T) envolvem tipos distintos de infelicidade.

Falhas em regras A: Ato Indevido ou interdito (“misinvocation” ou “Act disallowed”).

Falhas em B: Ato Viciado (“Misexecution” ou “Act vitiated”).

O Ato Interdito pode ocorrer por Emprego não convencionado ou por Emprego Indevido (“misapplication”).

A relação entre a interpretação do ato e a intenção do enunciador.

A performatividade como um ato de comprometimento perante a enunciação.

 

O ato locucionário é composto de um ato fonético (emissão de sons), um ato fático (proferimento de certas palavras características de um vocabulário e de uma gramática) e um ato rético (ato de utilizar tais palavras com um certo sentido e uma referência).

 

I PALESTRA - Perfomativos e constatativos

 

“(…) many traditional philosophical perplexities have arisen through a mistake-the mistake of taking as straightforward statements of fact utterances which are either (in interesting non-grammatical ways) nonsensical or else intended as something quite different” (AUSTIN, 1962. p. 02).

 

“(...) Muitos dos problemas que embaraçaram tradicionalmente os filósofos surgiram a partir de um erro: o de considerar como puras e simples afirmações de factos, enunciações que são (em um ou mais sentidos não gramaticais e que têm o seu interesse) ou absurdas ou expressões cuja intenção é completamente diferente” (Tradução de FLORES s/d. p. 03).

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(E. a) 'I do (sc. take this woman to be my lawful wedded wife)'-as uttered in the course of the

marriage ceremony.

(E. b) 'I name this ship the Queen Elizabeth'—as uttered when smashing the bottle against the

stem.

(E. c) 'I give and bequeath my watch to my brother' as occurring in a will.

(E. d) 'I bet you sixpence it will rain tomorrow.'

(AUSTIN, 1962, p. 05).

…………………………………………..

 

In these examples it seems clear that to utter the sentence (in, of course, the appropriate circumstances) is not to describe my doing of what I should be said in so uttering to be doing or to state that I am doing it: it is to do it. None of the utterances cited is either true or false: I assert this as obvious and do not argue it. It needs argument no more than that 'damn' is not true

or false (…) I propose to call it a perfornative sentence or a performative utterance, or, for short, 'a performative'. it indicates that the issuing of the utterance is the performing of an action - it is not normally thought of as just saying something.

(AUSTIN, 1962, p. 06-07)

 

“Nestes exemplos parece claro que enunciar a frase (nas condições apropriadas, evidentemente), não é nem descrever aquilo que supostamente eu estou a fazer ao falar assim, nem afirmar que o faço: é fazê-lo. Nenhuma das enunciações citadas é verdadeira ou falsa (...).

Proponho chamar-lhe frase performativa ou enunciação performativa, ou, para abreviar, um performativo (...): Indica que produzir uma enunciação é realizar uma acção - normalmente,

não se considera que essa produção seja apenas dizer alguma coisa”.

(Tradução de FLORES s/d. p. 04).

 

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Para Austin (1962, p.10) “Accuracy and morality alike are on the side of the plain saying that our word is our bond”.

“A exatidão e a moralidade estão, ambas, do lado da simples afirmativa de que nossa palavra é nosso penhor” (AUSTIN, 1962, p. 27)

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“In conclusion, we see that in order to explain what can go wrong with statements we cannot just concentrate on the proposition involved (whatever that is) as has been done traditionally. We must consider the total situation in which the utterance is issued-the total speech-act if we are to see the parallel between statements and performative utterances, and how each can go wrong. Perhaps indeed there is no great distinction between statements and performative utterances. AUSTIN, 1962, p. 52)”.

 

“Vemos que para explicar aquilo que pode funcionar mal nas Afirmações não basta, como sempre se fez tradicionalmente, concentrar a nossa atenção apenas na frase em causa (se é verdade que tal coisa existe). Se queremos compreender o paralelismo que existe entre as afirmações e as enunciações performativas, e como umas e outras são afectadas por certos defeitos, é necessário considerar a situação total - o acto de fala por inteiro. Assim, o acto de fala total, na situação enunciativa total está a tornar-se tão importante como tem sido a lógica: e assim, estamos a assimilar a enunciação constatativa à performativa” (FLORES, s/d, p. 13).

 

Referências Bibliográficas

 

AUSTIN, John L. HOW TO DO THINGS WITH WORDS. The William James Lectures delivered at Harvard University Oxford. Grat Britain. 1962. 174 pág.

 

AUSTIN, John L. Quando dizer é fazer – palavras e ação. Tradução de Danilo Marcondes de Souza filho. Porto Alegre. Artes Médicas: 1990. 136 pág.

 

FERREIRA, Renato Luiz Atanazio TEORIA DOS ATOS DE FALA: ASPECTOS SEMÂNTICOS, PRAGMÁTICOS E NORMATIVOS. Orientador: Prof. Ludovic Soutif. PUC, 2011.

 

FILHO, Danilo Marcondes de Souza. A filosofia da linguagem de J. L. Austin. in AUSTIN, John L. Quando dizer é fazer – palavras e ação. Tradução de Danilo Marcondes de Souza filho. Porto Alegre. Artes Médicas: 1990. 136 pág.

 

FLORES, Teresa M. Agir com Palavras: A Teoria dos Actos de Linguagem de John Austin. Escola Superior de Comunicação Social. Portugal. Email: mflores@escs.ipl.pt. Disponível em http://www.bocc.ubi.pt/pag/flores-teresa-agir-com-palavras.pdf. Acesso em 09/08/2013. 10:19.

 

OTTONI, Paulo. John Langshaw Austin E A Visão Performativa Da Linguagem. D.E.L.T.A., 2002 (117-143). Disponível em http://www.scielo.br/pdf/delta/v18n1/a05v18n1.pdf. Acesso em 11/08/2013, às 18:39. 27 páginas.