Firmeza
e feminilidade egidianas
Ao
longo dos anos, houve desafios que ajudaram a construir a inoxidável memória da
nonagenária escola Egídia pelo esforço de mediação empreendido por corações fortes
e espíritos de direção na forma de diretoras escolares. Cada experiência de
direção teve suas particularidades sempre muito sensíveis aos processos
inscritos ao redor da árvore social que se chama escola. Em meio à articulação
com grupos de força representados por alunos, professores, funcionários e famílias,
a escola Egídia se alegra pelos esforços empreendidos por quem dedicou parte de
sua atividade laboral para qualificar o processo de ensino-aprendizagem. Mais
que um farol para o magistério, a humanidade de quem assume com sensibilidade e
racionalidade uma direção escolar é fundamental.
Recebam
nossa gratidão, diretoras Antonieta Rabelo, Teresa Rabelo, Aurenir Mariano e
Sílvia Claudino. Os noventa anos da Pioneira das estaduais de Morada Nova é
fruto de seu “sangue, suor e lágrimas”!

Nenhum comentário:
Postar um comentário