domingo, 31 de outubro de 2010

Sites interessantes - VII

http://coisasdeprofessoras.blogspot.com
Blog com tarefas interessantes voltadas ara professoras e professores e um visual muito bonito.

sábado, 30 de outubro de 2010

Pai nosso em espanhol

Versão espanhola

Mateo 6:9-13 (Reina-Valera 1960)

9 Vosotros, pues, oraréis así: Padre nuestro que estás en los cielos, santificado sea tu nombre.

10 Venga tu reino. Hágase tu voluntad, como en el cielo, así también en la tierra.

11 El pan nuestro de cada día, dánoslo hoy.

12 Y perdónanos nuestras deudas, como también nosotros perdonamos a nuestros deudores.

13 Y no nos metas en tentación, mas líbranos del mal; porque tuyo es el reino, y el poder, y la gloria,A)">(A) por todos los siglos. Amén.

http://www.biblegateway.com/passage/?search=Mt6:9-13;&version=RVR1960;
30/10/2010, 15:00

Pai nosso

Versão Latina

Pater noster, qui es in caelis,
sanctificetur nomen tuum.
Adveniat regnum tuum.
Fiat voluntas tua,
sicut in caelo, et in terra.
Panem nostrum quotidianum da nobis hodie,
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris.
Et ne nos inducas in tentationem,
sed libera nos a malo.
Amen.

http://la.wikipedia.org/wiki/Pater_noster
30/10/2010, 14:54
.......................................................................................................
Versão inglesa:

Matthew 6:9–13

Pray then like this: Our Father in heaven, hallowed be your name. Your kingdom come, your will be done, on earth as it is in heaven. Give us this day our daily bread, and forgive us our debts, as we also have forgiven our debtors. And lead us not into temptation, but deliver us from evil.
Luke 11:2–4

And he said to them, "When you pray, say: 'Father, hallowed be your name. Your kingdom come. Give us each day our daily bread, and forgive us our sins, for we ourselves forgive everyone who is indebted to us. And lead us not into temptation."
http://en.wikipedia.org/wiki/Lord%27s_Prayer
30/10/2010, 14:52
......................................................................................................

Green Lantern oath

Green Lantern oath

Green Lantern is famous for the oath he recites when he charges his ring. Originally, the oath was simple:

...and I shall shed my light over dark evil.
For the dark things cannot stand the light,
The light of the Green Lantern!

—Alan Scott

(This oath was later given as an in-joke to Tomar-Re, Green Lantern of sector 2813 and the first Lantern Hal Jordan met after Abin Sur.)

In the mid-1940s, this was revised into the form that became famous during the Hal Jordan era:

In brightest day, in blackest night,
No evil shall escape my sight
Let those who worship evil's might,
Beware my power... Green Lantern's light!

—Hal Jordan/Many Current Lanterns



http://en.wikipedia.org/wiki/Green_Lantern#Green_Lantern_oath
30/10/2010, 14:47

Literatura Inglesa - Edgar AlLan Poe

THE RAVEN


Edgar Allan Poe

Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping, rapping at my chamber door.
"'Tis some visitor," I muttered, "tapping at my chamber door-
Only this, and nothing more."

Ah, distinctly I remember it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow;- vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow- sorrow for the lost Lenore-
For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore-
Nameless here for evermore.

'Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary, Over many a quaint and curious volume of forgotten lore ...' (Illustration by Gustave Doré)

And the silken sad uncertain rustling of each purple curtain
Thrilled me- filled me with fantastic terrors never felt before;
So that now, to still the beating of my heart, I stood repeating,
"'Tis some visitor entreating entrance at my chamber door-
Some late visitor entreating entrance at my chamber door;-
This it is, and nothing more."

Presently my soul grew stronger; hesitating then no longer,
"Sir," said I, "or Madam, truly your forgiveness I implore;
But the fact is I was napping, and so gently you came rapping,
And so faintly you came tapping, tapping at my chamber door,
That I scarce was sure I heard you"- here I opened wide the door;-
Darkness there, and nothing more.

'... here I opened wide the door;- Darkness there, and nothing more.' (Illustration by Gustave Doré)

Deep into that darkness peering, long I stood there wondering, fearing,
Doubting, dreaming dreams no mortals ever dared to dream before;
But the silence was unbroken, and the stillness gave no token,
And the only word there spoken was the whispered word, "Lenore!"
This I whispered, and an echo murmured back the word, "Lenore!"-
Merely this, and nothing more.

Back into the chamber turning, all my soul within me burning,
Soon again I heard a tapping somewhat louder than before.
"Surely," said I, "surely that is something at my window lattice:
Let me see, then, what thereat is, and this mystery explore-
Let my heart be still a moment and this mystery explore;-
'Tis the wind and nothing more."

.................................................................................................

Edgar Allan Poe

Tradução de Fernando Pessoa (1924)

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo:
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais."

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, de certo me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo
Tão levemente, batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse os meus ais,
Isto só e nada mais.

Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.
Meu coração se distraia pesquisando estes sinais.
É o vento, e nada mais."


http://www.helderdarocha.com.br/literatura/poe/raven1.html
30/10/2010, 14:32

Literatura brasileira - Augusto dos Anjos

Versos Íntimos

Augusto dos Anjos


Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!


Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no Engenho Pau d'Arco, Paraíba, no dia 20 de abril de 1884. Aprendeu com seu pai, bacharel, as primeiras letras. Fez o curso secundário no Liceu Paraibano, já sendo dado como doentio e nervoso por testemunhos da época. De uma família de proprietários de engenhos, assiste, nos primeiros anos do século XX, à decadência da antiga estrutura latifundiária, substituída pelas grandes usinas. Em 1903, matricula-se na Faculdade de Direito do Recife, formando-se em 1907. Ali teve contato com o trabalho "A Poesia Científica", do professor Martins Junior. Formado em direito, não advogou; vivia de ensinar português. Casou-se, em 04 de julho de 1910, com Ester Fialho. Nesse ano, em conseqüência de desentendimento com o governador, é afastado do cargo de professor do Liceu Paraibano. Muda-se para o Rio de Janeiro e dedica-se ao magistério. Lecionou geografia na Escola Normal, depois Instituto de Educação, e no Ginásio Nacional, depois Colégio Pedro II, sem conseguir ser efetivado como professor. Em 1911, morre prematuramente seu primeiro filho. Em fins de 1913 mudou-se para Leopoldina MG, onde assumiu a direção do grupo escolar e continuou a dar aulas particulares. Seu único livro, "Eu", foi publicado em 1912. Surgido em momento de transição, pouco antes da virada modernista de 1922, é bem representativo do espírito sincrético que prevalecia na época, parnasianismo por alguns aspectos e simbolista por outros. Praticamente ignorado a princípio, quer pelo público, quer pela crítica, esse livro que canta a degenerescência da carne e os limites do humano só alcançou novas edições graças ao empenho de Órris Soares (1884-1964), amigo e biógrafo do autor.

Cético em relação às possibilidades do amor ("Não sou capaz de amar mulher alguma, / Nem há mulher talvez capaz de amar-me"), Augusto dos Anjos fez da obsessão com o próprio "eu" o centro do seu pensamento. Não raro, o amor se converte em ódio, as coisas despertam nojo e tudo é egoísmo e angústia em seu livro patético ("Ai! Um urubu pousou na minha sorte"). A vida e suas facetas, para o poeta que aspira à morte e à anulação de sua pessoa, reduzem-se a combinações de elementos químicos, forças obscuras, fatalidades de leis físicas e biológicas, decomposições de moléculas. Tal materialismo, longe de aplacar sua angústia, sedimentou-lhe o amargo pessimismo ("Tome, doutor, essa tesoura e corte / Minha singularíssima pessoa"). Ao asco de volúpia e à inapetência para o prazer contrapõe-se porém um veemente desejo de conhecer outros mundos, outras plagas, onde a força dos instintos não cerceie os vôos da alma ("Quero, arrancado das prisões carnais, / Viver na luz dos astros imortais").

A métrica rígida, a cadência musical, as aliterações e rimas preciosas dos versos fundiram-se ao esdrúxulo vocabulário extraído da área científica para fazer do "Eu" — desde 1919 constantemente reeditado como "Eu e outras poesias" — um livro que sobrevive, antes de tudo, pelo rigor da forma. Com o tempo, Augusto dos Anjos tornou-se um dos poetas mais lidos do país, sobrevivendo às mutações da cultura e a seus diversos modismos como um fenômeno incomum de aceitação popular. Vitimado pela pneumonia aos trinta anos de idade, morreu em Leopoldina em 12 de novembro de 1914.


O poema acima foi incluído no livro "
Os Cem Melhores Poemas Brasileiros do Século", organizado por Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2001, pág. 61.

Obrigado, Luiz Carlos, pela lembrança!

http://www.releituras.com/aanjos_versos.asp

30/10/2010, 14:29

Literatura brasileira - panorama

Quinhentismo (século XVI)

Representa a fase inicial da literatura brasileira, pois ocorreu no começo da colonização. Representante da Literatura Jesuíta ou de Catequese, destaca-se Padre José de Anchieta com seus poemas, autos, sermões cartas e hinos. O objetivo principal deste padre jesuíta, com sua produção literária, era catequizar os índios brasileiros. Nesta época, destaca-se ainda Pero Vaz de Caminha, o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Através de suas cartas e seu diário, elaborou uma literatura de Informação ( de viagem ) sobre o Brasil. O objetivo de Caminha era informar o rei de Portugal sobre as características geográficas, vegetais e sociais da nova terra.

Barroco ( século XVII )

Essa época foi marcada pelas oposições e pelos conflitos espirituais. Esse contexto histórico acabou influenciando na produção literária, gerando o fenômeno do barroco. As obras são marcadas pela angústia e pela oposição entre o mundo material e o espiritual. Metáforas, antíteses e hipérboles são as figuras de linguagem mais usadas neste período. Podemos citar como principais representantes desta época: Bento Teixeira, autor de Prosopopéia; Gregório de Matos Guerra ( Boca do Inferno ), autor de várias poesias críticas e satíricas; e padre Antônio Vieira, autor de Sermão de Santo Antônio ou dos Peixes.

Neoclassicismo ou Arcadismo ( século XVIII )

O século XVIII é marcado pela ascensão da burguesia e de seus valores. Esse fato influenciou na produção da obras desta época. Enquanto as preocupações e conflitos do barroco são deixados de lado, entra em cena o objetivismo e a razão. A linguagem complexa é trocada por uma linguagem mais fácil. Os ideais de vida no campo são retomados ( fugere urbem = fuga das cidades ) e a vida bucólica passa a ser valorizada, assim como a idealização da natureza e da mulher amada. As principais obras desta época são: Obra Poética de Cláudio Manoel da Costa, O Uraguai de Basílio da Gama, Cartas Chilenas e Marília de Dirceu de Tomás Antonio Gonzaga, Caramuru de Frei José de Santa Rita Durão.

Romantismo ( século XIX )

A modernização ocorrida no Brasil, com a chegada da família real portuguesa em 1808, e a Independência do Brasil em 1822 são dois fatos históricos que influenciaram na literatura do período. Como características principais do romantismo, podemos citar : individualismo, nacionalismo, retomada dos fatos históricos importantes, idealização da mulher, espírito criativo e sonhador, valorização da liberdade e o uso de metáforas. As principais obras românticas que podemos citar : O Guarani de José de Alencar, Suspiros Poéticos e Saudades de Gonçalves de Magalhães, Espumas Flutuantes de Castro Alves, Primeiros Cantos de Gonçalves Dias. Outros importantes escritores e poetas do período: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Teixeira e Souza.

Realismo - Naturalismo ( segunda metade do século XIX )

Na segunda metade do século XIX, a literatura romântica entrou em declínio, juntos com seus ideais. Os escritores e poetas realistas começam a falar da realidade social e dos principais problemas e conflitos do ser humano. Como características desta fase, podemos citar : objetivismo, linguagem popular, trama psicológica, valorização de personagens inspirados na realidade, uso de cenas cotidianas, crítica social, visão irônica da realidade. O principal representante desta fase foi Machado de Assis com as obras : Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista. Podemos citar ainda como escritores realistas Aluisio de Azedo autor de O Mulato e O Cortiço e Raul Pompéia autor de O Ateneu.

Parnasianismo ( final do século XIX e início do século XX )

O parnasianismo buscou os temas clássicos, valorizando o rigor formal e a poesia descritiva. Os autores parnasianos usavam uma linguagem rebuscada, vocabulário culto, temas mitológicos e descrições detalhadas. Diziam que faziam a arte pela arte. Graças a esta postura foram chamados de criadores de uma literatura alienada, pois não retratavam os problemas sociais que ocorriam naquela época. Os principais autores parnasianos são: Olavo Bilac, Raimundo Correa, Alberto de Oliveira e Vicente de Carvalho.

Simbolismo ( fins do século XIX )

Esta fase literária inicia-se com a publicação de Missal e Broquéis de João da Cruz e Souza. Os poetas simbolistas usavam uma linguagem abstrata e sugestiva, enchendo suas obras de misticismo e religiosidade. Valorizavam muito os mistérios da morte e dos sonhos, carregando os textos de subjetivismo. Os principais representantes do simbolismo foram: Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens.

Pré-Modernismo (1902 até 1922)

Este período é marcado pela transição, pois o modernismo só começou em 1922 com a Semana de Arte Moderna. Está época é marcada pelo regionalismo, positivismo, busca dos valores tradicionais, linguagem coloquial e valorização dos problemas sociais. Os principais autores deste período são: Euclides da Cunha (autor de Os Sertões), Monteiro Lobato, Lima Barreto, autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma e Augusto dos Anjos.

Modernismo (1922 a 1930)

Este período começa com a Semana de Arte Moderna de 1922. As principais características da literatura modernista são : nacionalismo, temas do cotidiano (urbanos) , linguagem com humor, liberdade no uso de palavras e textos diretos. Principais escritores modernistas : Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Cassiano Ricardo, Alcântara Machado e Manuel Bandeira.

Neo-Realismo (1930 a 1945)

Fase da literatura brasileira na qual os escritores retomam as críticas e as denúncias aos grandes problemas sociais do Brasil. Os assuntos místicos, religiosos e urbanos também são retomados. Destacam-se as seguintes obras : Vidas Secas de Graciliano Ramos, Fogo Morto de José Lins do Rego, O Quinze de Raquel de Queiróz e O País do Carnaval de Jorge Amado. Os principais poetas desta época são: Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade e Cecilia Meireles.

http://www.suapesquisa.com/literaturabrasil/
30/10/2010, 14:21

Merapi spuckte 21 Minuten lang Asche

Am frühen Samstagmorgen ist der 2900 Meter hohe Monster-Vulkan erneut ausgebrochen. 21 Minuten lang spuckte er Asche und Gestein in die Luft, die sich wie ein Leichentuch über Menschen, Tiere und Landschaft legte.

Ein Ende der Eruptionen ist noch nicht in Sicht: Der Leiter des nahegelegenen Vulkan-Zentrums warnte davor, dass das Schlimmste noch bevorstehen könnte.

Erst vor ein paar Tagen hatte der Chef der Behörde für Vulkanforschung ebenfalls vor einem Mega-Beben gewarnt. Seit Längerem habe sich der Druck im Berginnern extrem aufgebaut.
(...)

TSUNAMI-KATASTROPHE: ÜBERLEBENDE GEBORGEN

Ein gute Nachricht kommt von den Mentawai-Inseln im Westen Indonesiens. Dort hatte die Erde gebebt (Stärke 7,7), ein Tsunami überspülte die Ufergegenden. Samstag haben Helfer 135 Vermisste lebend geborgen! Bereits am Freitag war bekannt geworden, dass ein kleines Baby gerettet wurde, das die Wassermassen in ein Abflussrohr gespült hatten.



http://www.bild.de/BILD/news/2010/10/30/vulkan-neuer-ausbruch/21-minuten-spuckte-merapi-lava-und-asche.html
30/10/2010, 14/10/2010

Merapi - Une nouvelle éruption crée la panique en Indonésie

Le volcan indonésien Merapi, qui avait causé la mort de 34 personnes mardi, est de nouveau fortement entré en éruption dans la nuit de vendredi à samedi, provoquant la fuite de milliers d'habitants.

Cette série d'éruptions est l'une des deux catastrophes naturelles auxquelles est confrontée l'Indonésie depuis le début de la semaine et qui ont causé la mort d'au moins 451 personnes, selon un nouveau bilan établi samedi. A plus de 1.000 km du volcan, les autorités continuent à éprouver des difficultés, notamment à cause du mauvais temps, à secourir les rescapés du puissant tsunami ayant provoqué la mort d'au moins 413 personnes sur l'archipel des Mentawaï, dans l'océan Indien.

La nouvelle éruption du Merapi, qui s'est produite samedi vers 1h (20h vendredi en France), a été plus puissante et sonore que celle de mardi, projetant des cendres incandescentes jusqu'à une vingtaine de kilomètres du cratère. Elle n'a pas directement provoqué de décès mais deux personnes ont été tuées sur la route lorsque des milliers d'habitants ont pris la fuite en pleine nuit, portant le bilan à 38 morts depuis mardi.

http://www.lefigaro.fr/international/2010/10/30/01003-20101030ARTFIG00346-une-nouvelle-eruption-cree-la-panique-en-indonesie.php
30/10/2010, 14:00

Asia to Africa, or Vice Versa: New Clues to Primates’ Origins

The ancestors of humans and other primates like apes and monkeys may have originated in Asia, not Africa, a new study in the journal Nature reports.

There has long been debate about the matter, but a recent discovery of anthropoid fossils including two previously unidentified species and one known species provides new clues.

The fossils are about 38 million years old and were uncovered in a rock formation in southern Libya. The anthropoids were small, rodent-size creatures that looked similar to larger, modern-day primates, but weighed just 4 to 17 ounces.

“At least one of these anthropoids appears to be clearly related to the older Asian form described in Myanmar,” said Jean-Jacques Jaeger, a paleontologist at the University of Poitiers in France and the study’s lead author. “This indicates that there was migration from Asia.”

But there is another possibility: that the anthropoids originated in Africa and migrated to Asia, and that they have even older ancestors in Africa that have not yet been discovered.

There is no fossil evidence that substantiates this theory today, but more digging is required, Dr. Jaeger said.

“We have to do much more work and we need more information about the older layers in Africa, which we are trying to find in Libya now,” he said.

But if it is the case that the anthropoids originated in Asia and migrated, this movement was key to the proliferation of the subspecies.

“In Asia they may have gone extinct,” Dr. Jaeger said. “The conditions were more difficult, and if this migration didn’t occur, there would not be the rise in anthropoids in the present world.”


http://www.nytimes.com/2010/11/02/science/02obanthropoids.html?_r=1&hpw
30/10/2010, 13:36

Dicas de inglês


1. Do número 1 ao10, devemos escrever por extenso. Após 10, usam-se os números.

Ex.: I asked him two English books.
My husband wants 12 books.


2. Se em uma frase onde existam vários números que estejam correlacionados, se existir algum superior a 10, todos os números deverão ser escritos da mesma forma. Mas, se tiver algum número inferior a 10, todos deverão ser escritos por extenso.

Ex: I want 2 flowers, not 20.
She wanted two flowers and he wanted four.


3. Se não existir correlação entre os números, então a regra nº 1 pode ser seguida.

Ex.: I asked for 12 books for my six students


4. As frações devem ser escritas por extenso e utilizar hífen.

Ex.: The children ate one-half of the cake.

Para as frações compostas, utilizam-se os números, mas
quando elas iniciam a frase, os números devem ser escritos por extenso.

Ex.: We expect a 41/2 percent inflation rate next year.
Four and one-half percent was the maximum allowable interest

5.
Para escrever decimais, usam-se números. Atenção, em português, usa-se a vírgula para separar as casas decimais, mas em inglês, utiliza-se o ponto

Ex.: Our country will grow 3.5% next year.


6. Deve-se usar o hífen em todos os números compostos a partir de 21 até 99.

Ex.: Ninety-five students were approved.

Mas, a regra não é válida para hundred, thousand:

Ex: one hundred, two hundred, four thousand, etc.


7. Para estatísticas e tabelas, usam-se sempre números.

8. Para datas, usam-se números.

Ex.: The meeting is scheduled for June 30.
The meeting is scheduled for the 30th of June.


9. Para escrever números com mais de 5 dígitos por extenso, use vírgula no mesmo ponto onde ela aparece no número e a palavra and onde o ponto decimal aparece.

Ex: He won $20,768.15 (Twenty thousand, seven hundred sixty-eight dollars and fifteen cents)


* Rosana A. Palmieri é fundadora e diretora executiva da escola de idiomas NEFI - English & Business que há 21 anos atua junto a empresas nacionais e multinacionais na formatação de projetos personalizados de estudos dos idiomas espanhol, francês, inglês e português para estrangeiros. Graduada em Letras e Arquitetura, com MBA em Marketing de Serviços pela USP. É responsável pelos negócios estratégicos da empresa.


Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 361ª Edição

Mafalda II

Mafalda es el nombre de una tira de prensa argentina desarrollada por el historietista Quino desde 1964 a 1973, la cual está protagonizada por la niña homónima, "espejo de la clase media latinoamericana y de la juventud progresista"[1] que se muestra preocupada por la humanidad y la paz mundial, y se rebela contra el mundo legado por sus mayores.

Mafalda es muy popular en Latinoamérica en general, España, Italia, Grecia y Francia. Ha sido traducida a más de treinta idiomas.[2] Umberto Eco, quien ha escrito la introducción a la traducción italiana de Mafalda, ha dicho amarla muchísimo y considera que es muy importante leer Mafalda para entender la Argentina[3

http://es.wikipedia.org/wiki/Mafalda
30/10/2010, 13:12.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Hagar

Mafalda

Las perífrasis verbales

Definición de perífrasis

El núcleo del SV tiene que ser desempeñado necesariamente por una forma verbal. Esta puede ser:

un tiempo simple: escribimos.
un tiempo compuesto: ha escrito.
una forma pasiva: fue escrito.
una perífrasis verbal: está escribiendo, tiene que escribir, va a escribir.

Llamamos perífrasis verbal a la unión de dos (o más) formas verbales que funcionan conjuntamente como una unidad. Están normalmente compuestas por:

un verbo auxiliar conjugado (es decir, que está en forma personal).
un elemento de enlace –preposición, conjunción– que puede aparecer o no: tengo que ir; iba a salir; debes ) trabajar.
El verbo que aporta el significado fundamental, que va en forma no personal (infinitivo, gerundio o participio).

En definitiva:

Vamos

a

salir

Verbo auxiliar conjugado en 1ª de sing. del presente de indicativo

Preposición (elemento de enlace)

Verbo principal en infinitivo

En ocasiones puede haber dos auxiliares (sobre todo en tiempos compuestos y / o pasiva), el segundo de los cuales también va en forma no personal:

Vamos a ser machacados

Vamos

a

ser

machacados

Verbo auxiliar conjugado en 1ª de pl. del presente de indicativo

Preposición (elemento de enlace)

Verbo auxiliar de pasiva en infinitivo

Verbo principal en participio


Teníamos que haberlo hecho
para mañana

Teníamos

que

haber+lo

hecho

Verbo auxiliar conjugado en 1ª de pl. del imperfecto de indicativo

conjunción
(elemento de enlace)

Verbo auxiliar de tiempo compuesto + clítico de CD

Verbo principal en participio

o incluso tres:

teníamos que haber sido avisados con antelación

Teníamos

que

haber

sido

avisados

Verbo auxiliar conjugado en 1ª de pl. del imperfecto de indicativo

conjunción
(elemento de enlace)

Verbo auxiliar de tiempo compuesto

Verbo auxiliar de pasiva en participio

Verbo principal en participio

En definitiva:

sin perífrasis: el verbo principal va en forma personal.
perífrasis con un auxiliar: el auxiliar va en forma personal y el principal en infinitivo, gerundio o participio: tienen que ir; está comiendo; son amados
perífrasis con dos o tres auxiliares: sólo el primer auxiliar va en forma personal, el resto de los auxiliares y el principal van en forma no personal.

Qué son y qué no son perífrasis

A veces resulta difícil distinguir una perífrasis verbal de la unión de dos verbos que pertenecen a oraciones diferentes. Habida cuenta de la gran variedad de las perífrasis, no es fácil dar unas reglas válidas para todas las situaciones. No obstante, si hay perífrasis:

El auxiliar debe estar gramaticalizado: su significado se ha esfumado total o parcialmente: en tengo que ir, el verbo tener no implica ninguna posesión;

El segundo verbo en ningún caso puede ser complemento del primero: en debo venir, (perífrasis) venir no es el CD de debo, ambos funcionan exactamente igual que he venido o soy amado; sin embargo en deseo comer (oración compuesta), comer es el CD del otro verbo: lo deseo. En este segundo caso, tenemos una oración subordinada en función de CD.

NOTA: En origen, la formación de los tiempos de perfecto con haber y de pasiva con ser eran también perífrasis. Hoy en día ya no las consideramos como tales, sino como parte de la conjugación normal del verbo a pesar de que su forma es la propia de una perífrasis.

¿Para qué sirven las perífrasis?

Sirven para marcar algunas características de la acción del verbo que no pueden ser expresadas por las formas simples o compuestas del verbo. Hay básicamente dos tipos: las modales y las aspectuales.

Las perífrasis aspectuales indican el modo en que es vista la acción por el hablante: a esto lo llamamos aspecto. Aspecto imperfectivo es el que el que muestra la acción sin ningún tipo de límites: no le preocupa al hablante indicar si la acción ha comenzado en algún momento, si va a terminar en algún otro... lo único que le importa es ver la acción en su propia duración, como vista desde dentro; por el contrario, el aspecto perfectivo marca claramente algún límite en el que la acción ha cambiado: muestra que la acción ha comenzado en un momento, que está a punto de comenzar, que sucede en un momento único, que está para acabar, etc.
Las perífrasis modales, por su parte, sirven para expresar la actitud del hablante ante la acción. Indican que el hablante interpreta la acción bien como una obligación que él siente, bien como una posibilidad, una duda, una probabilidad o una aproximación a la realidad. Hay pues, dos tipos de perífrasis modales: las potenciales y las de obligación.



Perífrasis modales:

De obligación:

De posibilidad, duda o aproximación:

1. Posibilidad:

deber + infinitivo: debes llegar antes.
tener que + infinitivo: tienes que llegar antes
haber que + infinitivo: hay que llegar antes (aquí, haber es impersonal)
haber de + infinitivo: has de llegar antes
Puede que + subjuntivo: puede que llegue pronto
Poder + infinitivo: Ella puede llegar pronto

2. Duda y Aproximación:

deber de + infinitivo: deben de ser las diez
venir a + infinitivo: esto viene a costar unas cien mil pesetas

Perífrasis aspectuales

Aspecto imperfectivo:

Aspecto perfectivo:

1. Durativo:

1. Ingresivo:

estar + gerundio: estábamos leyendo el periódico
andar + gerundio: anda diciendo que le has pegado
seguir / continuar + gerundio: y ella sigue leyendo el periódico
llevar + gerundio: llevo leyendo el periódico dos horas
ir + gerundio: vamos ganando dos a cero
Estar a punto de + infinitivo: la película está a punto de empezar
ir a + infinitivo: va a caer una buena tormenta
estar para + infinitivo: está para llover

2. Incoativo:

echarse a + infinitivo: se echó a llorar
romper a + infinitivo: rompió a llorar
ponerse a + infinitivo: se puso a llorar
empezar / comenzar a + infinitivo: empezó a llorar


3. Resultativo:

estar + participio: está hecho desde ayer
llevar + participio: lleva hecho desde ayer

4. Reiterativo:

tener + participio: te tengo dicho que lo dejes aquí
volver a + participio: te vuelvo a decir que lo dejes aquí
dejar + participio: he dejado dicho que te lo envíen

5. Terminativo:

dejar de + infinitivo: dejé de fumar hace dos meses
acabar de + infinitivo: acabo de entregárselo a Juan





http://www.amerschmad.org/spanish/gram/perifras.htm
27/10/2010; 06:10

domingo, 24 de outubro de 2010

Estaçoes dos anos - Seasons

El tiempo y las estaciones






















irenegarciaestacion.galeon.com 24/10/2010, 15:56
teacherstorehouse.com 24/10/2010, 15,57

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Música 21 guns - Green Day

21 Guns

Do you know what's worth fighting for,

When it's not worth dying for?

Does it take your breath away

And you feel yourself suffocating?

Does the pain weight out the pride?

And you look for a place to hide?

Did someone break your heart inside?

You're in ruins

One, 21 guns

Lay down your arms

Give up the fight

One, 21 guns

Throw up your arms into the sky

You and I

When you're at the end of the road

And you lost all sense of control

And your thoughts have taken their toll

When your mind breaks the spirit of your soul

Your faith walks on broken glass

And the hangover doesn't pass

Nothing's ever built to last

You're in ruins

One, 21 guns

Lay down your arms

Give up the fight

One, 21 guns

Throw up your arms into the sky,

You and I

Did you try to live on your own

When you burned down the house and home?

Did you stand too close to the fire?

Like a liar looking for forgiveness from a stone

When it's time to live and let die

And you can't get another try

Something inside this heart has died

You're in ruins.

One, 21 guns

Lay down your arms

Give up the fight

One, 21 guns

Throw up your arms into the sky

One, 21 guns

Lay down your arms

Give up the fight

One, 21 guns

Throw up your arms into the sky,

You and I


.......................................................................................................

21 Tiros

Você sabe pelo que vale apena lutar?

Quando não vale a pena morrer por isso?

Isso te deixa sem ar

E você se sente sufocado?

A dor eleva-se ao seu orgulho

E você procura um lugar para se esconder?

Alguém quebrou seu coração?

Você está em ruínas

Um, 21 Tiros

Baixe seus braços

Desista de lutar

Um, 21 tiros

Jogue seus braços para o céu

Você e eu

Quando você está no final da estrada

E perdeu todo o controle

E seus pensamentos te assombram

Quando sua mente arrasa com sua alma

Sua fé anda por vidros quebrados

E a ressaca não passa

Nada é feito para durar muito

Você está em ruínas

Um, 21 tiros

Baixe suas armas

Desista de lutar

Um, 21 tiros

Jogue seus braços para o céu

Você e eu

Você tentou viver sozinho

Quando queimou a sua casa e lar?

Você chegou perto demais do fogo?

Como um mentiroso procurando perdão de uma pedra

Quando é hora de viver e deixar morrer?

E você não consegue tentar mais uma vez

Algo dentro deste coração morreu

Você está em ruínas

Um, 21 tiros

Baixe suas armas

Desista de lutar

Um, 21 tiros

Jogue seus braços ao ar

Você e eu